A geladeira está entre os eletrodomésticos com maior impacto na conta de luz. Para otimizar o gasto energético, o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) recomenda práticas simples que ajudam a reduzir o consumo e aumentar a eficiência do aparelho.

O pesquisador do Inmetro, Vitor Simão, explica porque a geladeira não deve ficar colada à parede nem ser instalada em espaços muito estreitos…

“A instalação da geladeira deve ser feita em um local que tenha um afastamento tanto lateral quanto traseiro, de aproximadamente 15 centímetros, para que ela possa fazer a troca de ar quente com o ambiente justamente para permitir que o funcionamento seja mais eficiente e que reduza o consumo energético. Outra dica é que a geladeira não deve ser usada para secar roupas e também evitar colocar alimentos quentes na geladeira para que se evite o gasto excessivo de energia”.

Além disso, é importante evitar abrir a porta da geladeira com frequência ou mantê-la aberta por muito tempo. Isso permite a entrada de ar quente, o que exige maior esforço do sistema de refrigeração.

O Inmetro também recomenda verificar regularmente a borracha de vedação e limpar o condensador, localizado na parte traseira da maioria dos modelos.

Ao comprar uma geladeira, o consumidor deve verificar a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE) e dar preferência aos modelos mais eficientes. A partir deste ano, as regras ficam mais rigorosas: a nova etiqueta do Inmetro passará a classificar os refrigeradores apenas nas classes A, B e C, banindo modelos com menor eficiência energética (antigas classes D, E e F).

Outra informação importante da etiqueta é o consumo de energia em kWh. Isso indica o quanto o aparelho consome mensalmente, dando uma estimativa de gasto com a conta de luz, além de ajudar a comparar o desempenho entre diferentes modelos.




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